3º Leilão Braford Tropical fatura cerca de meio milhão em Brasília

Por em 24 de maio de 2017
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Foram comercializados 68 animais

Realizado durante a AgroBrasília, o 3º Leilão Braford Tropical comercializou na última sexta-feira, 19 de maio, 68 animais Braford, entre reprodutores e fêmeas. A cargo do escritório Programa Leilões, o remate oficializado pela ABHB resultou em um faturamento total de R$489.450,00.

“É a nossa terceira edição do leilão, único remate de bovinos durante a AgroBrasília, o que mostra a força da Onda Cara Branca no Planalto Central”, afirmou Ademir Cenci, da Fazenda Sucupira, de Arinos (MG). A propriedade é responsável pela organização do remate junto com os criatórios Luz de São João (São Gabriel-RS) e Santa Ana (Uruguaiana-RS).

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Foram comercializados na ocasião 35 machos a uma média geral de R$ 11.265,22, sendo comercializado também 50% de um terneiro, e 33 fêmeas, que alcançaram R$ 3.054,55 de média geral. Destaque para o Macho Mais Valorizado, Braford TE 4059 Sucupira Lote 01, adquirido pelo sócio e criador Diego Parodi, da Genética La Aurora, por R$ 25.050,00.

Entre as fêmeas, o animal mais valorizado foi a Braford Sucupira 4004, lote 37, arrematada por R$ 8.250,00 pelo criador Frederico Assis Martins, de Montes Claros, Minas Gerais. Conforme Cenci, o pecuarista levou duas fêmeas Elite e quer começar a criar a raça Braford.

O remate, comandado pelo martelo do leiloeiro rural Fábio Crespo, contou com a presença de cerca de 300 pessoas, dentre eles compradores de Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e São Paulo.

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Ministro José Augusto Nardes e Celso Jaloto, da Luz de São João

Destaque para a presença do Ministro do Tribunal de Contas da União José Augusto Nardes, presente no Leilão comprando touros Braford. É a segunda vez que o ministro adquire animais no Leilão Braford Tropical. Na primeira edição foram três animais. Já em 2017, o ministro adquiriu outros quatro exemplares.

“Estamos muito satisfeitos com o resultado. O Leilão trouxe compradores novos em 2017 e os antigos seguem adquirindo a nossa genética, o que nos gera segurança, um atestado de que a raça está adaptada no Brasil Central”, concluiu Cenci.

Por Tatiana Feldens, reg. Prof. 13.654

Ascom ABHB

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